UTI e os desafios da fonoaudiologia

 A professora e fonoaudióloga Lilian Almeida ressalta as responsabilidades da área durante o tratamento de pacientes críticos.

Por Maitê Branco Kröeber


A professora e fonoaudióloga Lilian Almeida durante o evento “1º Simpósio de Disfagia e Fonoaudiologia Hospitalar” na Casa da Medicina da PUC-Rio.

A professora e fonoaudióloga Lilian Almeida destacou as responsabilidades de um profissional de fonoaudiologia qualificado na UTI em palestra na Casa da Medicina da PUC-Rio. O tema “UTI  os Desafios da Fonoaudiologia na Vida do Paciente Crítico” foi abordado no último dia 18 de abril durante o 1º Simpósio de Disfagia e Fonoaudiologia Hospitalar.

Almeida iniciou explicando o que é e o que acontece em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), reforçando a importância de uma equipe completa e qualificada para o bom atendimento do paciente crítico.

Assim, ela seguiu explicando que o tratamento disfágico deve se atentar a fatores fora do “convencional”, como a frequência cardíaca/respiratória e a pressão arterial sistêmica, além de outros fatores como sequelas de queimaduras na face e no pescoço e pacientes que já foram entubados alguma vez. 

O melhor monitor é o profissional observador e dedicado.
— Professora Lilian Almeida

Por fim, a professora concluiu ao afirmar que este tipo de tratamento analisa muitos fatores anteriores à internação do paciente para que a recuperação dele possa ocorrer de forma gradual, com o objetivo de educar o cuidador em questão e confortar o afetado. 

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